26 Setembro 2017

Os primeiros passos da seção histórica do Terra Sancta Museum

Reuniu-se o novo comitê científico para a seção histórica do novo museu que vai nascer nos locais franciscanos de São Salvador, em Jerusalém

Arqueologia, Cultura, e outras religiõe

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“Um museu é como uma peça teatral…”. Assim começa Béatrix Saule, Diretora geral honorária do Castelo de Versailles, enquanto caminha, esperta, entre os túneis subterrâneos do convento franciscano de São Salvador em Jerusalém.

Aqui, de 13 a 17 de setembro, reuniu-se o novo comitê científico dirigido por ela e guiado por Fr. Stéphane Milovitch e Fr. Eugenio Alliata, no intuito de criar a seção histórica do Terra Sancta Museum.

BÉATRIX SAULE
Diretora Geral honorária do Castelo de Versailles
“O nível das obras, de qualidade museal absolutamente internacional, faz com que nós não possamos imaginar apresentá-las sem que haja verificações dos maiores especialistas nos respectivos âmbitos”.

Constituiu-se assim um comitê científico de especialistas provenientes de seis países diferentes, para dar início à terceira etapa do projeto museal que nasceu quatro anos atrás. A seção multimedial foi inaugurada no Convento da Flagelação em março de 2016 e os trabalhos da seção arqueológica estão em andamento.

ANDREINA CONTESSA
Diretora Geral do Museu Histórico de Miramare de Trieste
“Este museu é muito novo e preenche um grande vazio: tornar visível a presença cristã na Terra Santa através da sua história e de descobrimentos ligados à arte, à cultura e à tradição, que vêm da Europa e refletem todo o amor que desde sempre houve por Jerusalém”.

Pe. FRANCESCO PATTON, ofm
Custódio da Terra Santa
“O museu tem um valor de tipo cultural, de evangelização e também um valor didático: espero que quando abrirmos o museu da Terra Santa, ele será frequentado pelas turmas das várias escolas”.

STÉPHANE MILOVITCH
Diretor dos bens culturais da Custódia da Terra Santa
“A princípio teremos esses espaços muito grandes onde serão expostas as obras mais bonitas e significativas. Depois há uma pequena parte do local representada pelo convento de 1500-1600 e nessas pequenas salas procuraremos expor tudo que está relacionado com a presença dos franciscanos em Jerusalém”.

Muitas das obras doadas à Custódia nos 800 anos da presença na Terra Santa serão expostas pela primeira vez na história.

Nos intensos dias de trabalho o comitê colocou na pauta a finalidade do museu e sua ambição, mas também o projeto arquitetônico, o percurso expositivo e o público para quem se dirigir.

BARBARA JATTA
Diretora dos Museus Vaticanos
“Os museus vaticanos são museus que recebem muitos peregrinos, mas também visitantes comuns e creio que essa é a mesma realidade que tem aqui na cidade velha de Jerusalém aonde vêm muitos peregrinos mas também visitantes gerais e é principalmente a eles que é preciso dirigir-se”.

GAEL DE GUICHEN
Consultor para a direção geral do ICCROM
“As coleções que vi aqui não apenas me transmitem uma mensagem incrível, mas além disso se encontram em condições perfeitas. Portanto, tomaremos todas as providências para dar aos visitantes do museu o mesmo prazer que eu tive nestes dois dias quando vi esses objetos”.